Qual
o sentido de uma feminista que defende o assassinato de inocentes bebês
em gestação querer “proteger” os filhos da disciplina física dos pais?
Procurei
um especialista de ciências da computação e ele me informou que há uma
brecha na enquete que provavelmente está sendo usada para subir os
números do “não” aos direitos dos pais.
A Câmara dos Deputados começou, no dia 22 de agosto, uma enquete (http://bit.ly/19DTN0Z) sobre a criminalização dos pais que aplicam disciplina física nos filhos.
Mas
nem a enquete nem o projeto confessam sua natureza óbvia de
criminalização dos pais, recorrendo a uma linguagem mais astuta. O
Projeto de Lei 7672/10, do Poder Executivo, mais conhecido como “Lei da
Palmada,” pretensamente “protege” o “direito de crianças e adolescentes
serem educados sem o uso de castigos físicos.”
O
pai e a mãe que violarem a proteção estatal sobre crianças sofrerão a
ira e os castigos estatais. Serão tratados como monstros.
O
fascinante é que a pessoa por trás da Lei da Palmada, Maria do Rosário,
é uma feroz militante do aborto. Isto é, qual o sentido de uma
feminista que defende o assassinato de inocentes bebês em gestação
querer “proteger” os filhos da disciplina física dos pais? Ou melhor,
quem protegerá os bebês em gestação das obsessões assassinas de Maria do
Rosário? Quem protegerá os pais e as famílias de um governo repleto de
militantes como Rosário?
A
pergunta da enquete não contém menos malícia do que as intenções de
Rosário. Em vez de perguntar se “o Estado deveria criminalizar os pais
que disciplinam fisicamente os filhos?”, a enquete vem com a pergunta
“Você concorda com o uso de castigos físicos na educação de crianças e
adolescentes (PL 7672/10)?”
O
próprio projeto de Rosário trata oficialmente toda disciplina física
como violência e maus-tratos. A pergunta, seguindo essa direção, só
faltou indagar: “Você concorda com violência física?” Claro que ninguém
concorda.
Aliás, quando se fala em Lei da Palmada, a primeira reação dos pais é um sonoro “não.” Relatório do Disque Câmara (0800 619 619),
de janeiro a junho de 2012, mostrou que 94,6% dos brasileiros são
contra a Lei da Palmada. De 1 de julho deste ano até 12 de agosto de
2013, das 618 manifestações sobre o projeto de Maria do Rosário, 93,9%
(580) disseram que são totalmente contrários. Apenas 6,1% (38) se
manifestaram a favor.
Enquete manipulávelContudo, estranhamente, a enquete (http://bit.ly/19DTN0Z),
que mal começou, está mostrando um apoio sistemático ao “não,” que
favorece o projeto de Rosário. O SIM, que se refere ao apoio dos
direitos dos pais, está perdendo. Até agora, os resultados parciais da
enquete estão contra a vontade da maioria das famílias brasileiras.
Quando
examinei minuto a minuto a enquete, vi que os resultados favoráveis a
Rosário subiam de forma quase que mecânica. Procurei um especialista de
ciências da computação e ele me informou que há uma brecha na enquete
que provavelmente está sendo usada para subir os números do “não” aos
direitos dos pais.
O
especialista disse que verificou e o que pode estar ocorrendo é que um
grupo de ativistas pode estar limpando os cookies do navegador. Os
ativistas mais experientes usam o navegador Firefox. A explicação dele:
Com o Firefox, eles fazem o download do complemento “Web developer” em https://addons.mozilla.org/pt- BR/firefox/addon/web- developer/
Depois de instalá-lo, eles reiniciam o navegador. Aí, aparece uma barra abaixo do local onde se digita o endereço do site.
Então, eles estão prontos para votar. Eles votam na enquete e em seguida clicam em “Cookies -> Delete Domain Cookies.”
Com
um pequeno grupo de ativistas, eles podem fazer parecer que grande
parte da população aprova as intenções de Maria do Rosário, fazendo
subir os números da enquete do “não” aos direitos dos pais.
Anos
atrás, vi o mesmo problema ocorrer em enquete do Senado. Houve
denúncias, mas o Congresso não reagiu enquanto os números da enquete
subiam favoravelmente aos interesses do governo do PT, ainda que fosse
uma subida mecânica. Mas quando, indignados com a inação diante da
manobra, um grupo de ativistas pró-família usou o mesmo recurso, aí
houve ação imediata, com a suspensão da enquete.
O mais decente é denunciar as brechas dessa enquete e telefonar para o 0800 619 619e
dizer que somos contrários às intenções de Maria do Rosário e seus
camaradas petistas de criminalizarem os pais do Brasil que aplicam
disciplina física nos filhos. Muitos desses pais o fazem em obediência a
sólidos princípios bíblicos, que dizem:
“Aquele
que poupa sua vara [de disciplina] odeia seu filho, mas aquele que o
ama o disciplina com diligência e o castiga desde cedo”.(Provérbios 13:24 Bíblia Ampliada)
“Os castigos curam a maldade da gente e melhoram o nosso caráter.”(Provérbios 20:30 NTLH)
“Não
evite disciplinar a criança; se você bater nela e castigá-la com a vara
[fina], ela não morrerá. Você a surrará com a vara e livrará a alma
dela do Sheol (Hades, o lugar dos mortos)”.(Provérbios 23:13-14 Bíblia Ampliada)
“A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”.(Provérbios 29:15 RA)
Se
a lei de Maria do Rosário prevalecer, os pais serão oficialmente
tratados como criminosos se obedecerem à Palavra de Deus de proteger,
por meio da vara, seus filhos de maus comportamentos. Mas se obedecerem à
feminista do PT, poderão acabar ganhando o direito de matar bebês em
gestação por meio do aborto.
Fonte: www.juliosevero.com
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