Páginas

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Brasil: jovens cristãos perseguidos pelo Islã pedem asilo

Escrito por Luis Dufaur
 
Semana Santa em Islamabad, Paquistão

Semana Santa em Islamabad, Paquistão:

O sonho do avô – que vive em país muçulmano – de algum dia ver o papa foi realizado pelo neto A., de 24 anos, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro.

Ele é um dos 40 peregrinos de países onde há perseguição religiosa e conflitos armados que estão pedindo asilo ao governo brasileiro.

Foi jurado de morte só por participar do evento. Por isso, ele não quer ir embora.
“Não posso voltar. Já avisaram que matam não só a mim, mas toda a minha família”, contava ontem, chorando, na Casa de Acolhida da Caritas Arquidiocesana do Rio, segundo reportagem de “OESP”.
“Estou triste por não ver mais o rosto da minha mãe antes de dormir, mas lá não consigo um bom emprego pelo simples fato de ser cristão, mesmo tendo estudado toda a minha vida e me formado em Artes e Jornalismo”.
Alguns trazem marcas de tortura no corpo. O histórico de mortes de familiares e de humilhações é comum. O contato com a família é raro: por telefone e internet. Pediram para não ter o nome nem nacionalidade publicados, para resguardar a integridade dos parentes que ficaram em seus países.
“Aqui as pessoas são muito felizes. É o paraíso. Na minha comunidade, se você é cristão e não muçulmano, não te dão nem um copo d’água. Sou coagido o tempo todo a virar muçulmano, mas podem cortar a minha cabeça que eu não viro, pois tenho muito orgulho da minha fé”, disse outro rapaz.
“Mataram meu pai e minha irmã quando ela tinha 7 anos. Minha mãe teve de fugir da nossa cidade”, relatou outro refugiado.
Os jovens já marcaram entrevistas na Polícia Federal para dar início ao processo de candidato a refugiado. Os casos serão analisados pelo Comitê Nacional para Refugiados (Conare).

Segundo Andrés Ramirez, representante no Brasil do Alto Comissariado da ONU para Refugiados, seus casos se enquadram na lei 9.474, que reconhece como refugiado todo indivíduo que com fundados temores de perseguição por motivos de religião “encontre-se fora de seu país e não possa ou não queira acolher-se à proteção de tal país.”

E ainda há quem diga que o Islã é uma “religião de paz”, e que a religião de Cristo pode subsistir de algum modo no paganismo.

Fonte: IPCO

Aborto: Um pecado que brada aos céus!

Escrito por Daiane de Andrade


O Aborto é um crime, e isso não é novidade para ninguém, apesar das pessoas tentarem ameniza-lo de todas as formas, como se existisse algo que justificasse o assassinato. Quando uma mulher aborta, muito é dito sobre “tirar o bebe”, “interromper a gravidez”, mas evitam palavras como “matar o bebê”, que é exatamente o que é este crime, fazem isso para a sua consciência ficar tranquila, por que no fundo todos sabem que qualquer tipo de aborto é um crime contra a vida humana, um pecado contra Deus.

Não basta dizer que é um crime e um pecado, é muito pior que isso, é muito pior que todos imaginamos. O aborto está sendo feito de muitas formas, muitas delas desconhecidas pelas próprias mulheres. Explicarei mais a frente.

O aborto viola gravemente o 5º Mandamento da Lei de Deus: Não matarás! Por isso é um pecado mortal, que produz a “morte” na alma daquele que o praticou, privando-o da graça de Deus que é sua vida sobrenatural, e tornando-o merecedor do inferno. Sobre as condições do perdão.

Está previsto no Código de Direito Canônico, no cânon 1398: “Quem provoca o aborto, seguindo-se o efeito, incorre em excomunhão latae sententiae”. Isso quer dizer que está automaticamente fora da Igreja e excluído dos sacramentos. Caso se arrependa e queira reconciliar-se, terá que recorrer ao bispo diocesano para obter a absolvição ou a algum sacerdote investido de poderes especiais para conceder tal absolvição.

O que diz o Catecismo sobre a Vida Humana?

Catecismo da Igreja Católica n° 2270 - 2271: "A vida humana deve ser respeitada e protegida, de modo absoluto, a partir do momento da concepção”. Desde o primeiro momento da sua existência, devem ser reconhecidos a todo o ser humano os direitos da pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo o ser inocente à vida."

«Antes de te formar no ventre materno, Eu te escolhi: antes que saísses do seio da tua mãe, Eu te consagrei» (Jr 1, 5).

«Vós conhecíeis já a minha alma e nada do meu ser Vos era oculto, quando secretamente era formado, modelado nas profundidades da terra» (Sl 139, 15).

A Igreja afirmou, desde o século I, a malícia moral de todo o aborto provocado. E esta doutrina não mudou. Continua invariável. O aborto direto, isto é, querido como fim ou como meio, é gravemente contrário à lei moral:

«Não matarás o embrião por meio do aborto, nem farás que morra o recém-nascido».
(Didaké 2,2) Deus [...], Senhor da vida, confiou aos homens, para que estes desempenhassem dum modo digno dos mesmos homens, o nobre encargo de conservar a vida. “Esta deve, pois, ser salvaguardada, com extrema solicitude, desde o primeiro momento da concepção; o aborto e o infanticídio são crimes abomináveis.”

Um pecado que brada aos céus por Vingança

Assim diz o Catecismo de São Pio X:

963) Quais são os pecados que bradam ao Céu e pedem vingança a Deus?

Os pecados que bradam ao Céu e pedem vingança a Deus são quatro:

1º homicídio voluntário (Aborto).
2º pecado impuro contra a natureza (Sodomitas).
3º Opressão dos pobres, principalmente órfãos e viúvas;
4º Não pagar o salário a quem trabalha.

964) Por que se diz que estes pecados pedem vingança a Deus?


Diz-se que estes pecados pedem vingança a Deus, porque o diz o Espírito Santo, e porque a sua malícia é tão grave e manifesta, que provoca o mesmo Deus a puni-los com os mais severos castigos.

Ou seja, existem níveis de gravidade dos pecados que cometemos: Pecado venial (leve), pecado mortal (grave, nos priva da graça de Deus e ficamos merecendo o inferno), pecado que brada aos céus por vingança (mais grave que o mortal, o homem começa pagando em vida), e o mais grave de todos que é o pecado contra o Espírito Santo. O Aborto enquadra-se no pecado que brada aos céus, por que é gravíssimo.

Abortos ocultos

Existem vários tipos de aborto. Não somente o voluntário quando a mulher está consciente do pecado, consciente do ato de matar e mesmo assim o faz. Mas existem na atualidade várias maneiras de abortos, que infelizmente chamamos de ocultos, pois muitas mulheres não fazem ideia da gravidade, ou até mesmo de que estão cometendo este pecado. Como por exemplo, o uso de alguns métodos contraceptivos, como os contraceptivos orais, pílula do dia seguinte e o DIU. Todos eles são métodos abortivos, pois impedem que o zigoto já formado se fixe na parede uterina.

Como bem vimos a Santa Igreja considera que já existe vida a partir do momento da concepção, quando há a união entre o óvulo e o espermatozoide, e qualquer interrupção a partir deste momento já é considerado um aborto, é privar uma pessoa de viver, uma pessoa que aos olhos de Deus já tem uma alma formada, onde seu DNA já diz se terá olhos claros ou escuros, se terá cabelos ondulados ou lisos, e todas as características de um filho de Deus, de um ser humano como qualquer um de nós. Toda vida humana é única, todos nós somos únicos aos olhos de Deus, não existe ninguém igual a nós, e, portanto aquela pessoa que privamos de viver era importante aos olhos de Deus, e o crime que cometemos de privá-la da vida é um pecado muito grave, que ofende muito nosso Senhor. Como será que estamos vivendo um dos maiores mandamentos que Jesus nos deixou que é amar o próximo como a ti mesmo?

Os Anticoncepcionais orais, também chamados de pílulas, são abortivos. Eles têm um efeito primário, que é hormonal, de não permitir a ovulação na mulher. Até aí não é abortivo (porém continua sendo pecado), mas tem também um efeito secundário que na maioria das vezes é omitida nas bulas do medicamento. Esse efeito é o impedimento da “Nidação do embrião”, isto está escrito em algumas bulas e em outras é omitida para a mulher não saber que está tendo um efeito abortivo. Este efeito está descrito geralmente em “outros efeitos” que estão suprimidos das bulas, infelizmente. O que isso significa?

Significa que se por acaso o efeito primário falhar, e a mulher conceber, esse feto vai descer das trompas até o útero e não vai conseguir se fixar, e a mulher aborta, tendo um sangramento, que na maioria das vezes a mulher nem mesmo percebe, pois pensa que é a menstruação normal de todos os meses. Ou seja, levando em conta que existem mulheres que tomam este tipo de medicação durante anos, o seu útero se transforma num cemitério de seus próprios filhos.

Quando você estiver de frente para o criador, o que dirá a Ele, quando ele te mostrar uma quantidade de almas que você privou de viver por conta do orgulho próprio, em evitar ter filhos? E muitas vezes evitam por puro orgulho próprio, para comprar um carro do ano, ou manter a casa sempre muito bem cuidada, ou ainda por que quer dar do bom e do melhor para o único filho que tem, e tantos outros motivos fúteis. O orgulho próprio é uma das causas dos maiores pecados que ofendem nosso Deus.

A Igreja Católica só permite a contracepção (natural – billings, tabelinha), quando há realmente um motivo justo para tal, no caso de necessidade familiar (passar fome, necessidades financeiras graves), ou risco de vida para a Mãe. É o que diz a Encíclica Humanae Vitae do Papa Paulo VI, acompanhe:

“É ainda de recear que o homem, habituando-se ao uso das práticas anticoncepcionais, acabe por perder o respeito pela mulher e, sem se preocupar mais com o equilíbrio físico e psicológico dela, chegue a considerá-la como simples instrumento de prazer egoísta e não mais como a sua companheira, respeitada e amada”.
 

E ainda: “Em relação às condições físicas, econômicas, psicológicas e sociais, a paternidade responsável exerce-se tanto com a deliberação ponderada e generosa de fazer crescer uma família numerosa, como com a decisão, tomada por motivos GRAVES e com respeito pela lei moral, de evitar temporariamente, ou mesmo por tempo indeterminado, um novo nascimento”.

E também outro trecho:

“É verdade que em ambos os casos os cônjuges estão de acordo na vontade positiva de evitar a prole, por razões plausíveis, procurando ter a segurança de que ela não virá; mas, é verdade também que, somente no primeiro caso eles sabem renunciar ao uso do matrimônio nos períodos fecundos, quando, por motivos JUSTOS, a procriação não é desejável, dele usando depois nos períodos agenésicos, como manifestação de afeto e como salvaguarda da fidelidade mútua”.

Fiz questão de grifar as palavras: “motivos graves e motivos justos”. Ou seja, é pelos casos que citei acima, que são graves, e não por qualquer motivo que o casal pode evitar os filhos. É preciso ainda consultar um bom sacerdote indicando a causa e sendo obediente nesta questão. Ele saberá informar se em determinadas circunstâncias a mulher pode ou não evitar ter filhos, com métodos naturais obviamente, o que ficou claro nos trechos da encíclica do Papa Paulo VI citada acima.

A Pílula do dia Seguinte também é abortiva, tanto quanto o DIU, pois ambos eliminam o bebê quando ele vai se fixar na parede uterina. O nome já diz: Pílula do dia seguinte, ou seja, tomada depois que o ato sexual já foi consumado. Não preciso me alongar muito nestes dois quesitos sendo que se trata de algo óbvio. É um aborto. Não importa se a vida tem dois dias, ou tem 20 anos, se foi formada por uma violação ou entre o casal, é uma VIDA HUMANA e deve ser respeitada e amada. Só Deus nos dá a vida e só ele pode nos tirar. Sejamos obedientes e fiéis ao Criador, Deus nosso, que morreu por nós na cruz, sofreu e merece todo nosso amor e servidão.

"Eu sinto que o grande destruidor da paz hoje é o aborto, porque é uma guerra contra a criança, uma matança direta de crianças inocentes, assassinadas pela própria mãe. E se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo seu próprio filho, como é que nós podemos dizer às outras pessoas para não se matarem?” Madre Teresa de Calcutá.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Os seguidores 'fakes' do presidente 'fake'

fakeobama 






Você está vivenciando um momento raramente visto na Terra. Esta é a era do vazio: estamos sob o controle global de uma filosofia ‘fake’, comandada por líderes ‘fakes’ que dão "grandes discursos" ‘fakes’, e justificam suas ações com histórias ‘fakes’ e ciências ‘fakes’.


Barack Obama tem 36,9 milhões de seguidores no Twitter, 19,5 milhões dos quais, ao que parece, são ‘fakes’. Este é um sinal bastante preocupante para os adversários de Obama, pois demonstra quanto apelo o presidente ainda tem com a sua base fundamental de apoio, ou seja, com aqueles que se identificam de forma mais estreita com ele em um nível pessoal: as pessoas ‘fakes’.

Daily Mail Online analisou os números e descobriu que entre as figuras políticas norte-americanas, as quatro contas de Twitter com o maior número de seguidores ‘fakes’ - isto é, seguidores que realmente não existem - são as de Barack Obama (disparada), Joe Biden, Michelle Obama e a do departamento de comunicações da Casa Branca. Aqueles que menosprezariam isso como evidência de uma patética tentativa progressista de manipular as percepções do público talvez estejam perdendo o ponto. Os americanos que se preocupam com a decadência do seu país deveriam estar mais preocupados com a tendência aqui indicada. Segmento até então insignificante da população, os seres humanos inexistentes encontraram na atual administração dos EUA uma razão poderosa para emergirem finalmente das sombras e se tornarem participantes totalmente engajados no processo político. Não há indicação mais clara dos perigos enfrentados pelos EUA do que este aumento, na atividade política, de pessoas que não existem, especialmente quando se considera que este grupo ultrapassa em número o das pessoas existentes.
Mas por que todo esse entusiasmo político repentino entre os irreais? A resposta é bastante clara. Em 2008, os EUA elegeram o primeiro presidente ‘fake’ de sua história, dando esperança e uma tábua de salvação para ‘fakes’ de todos os lugares: "Talvez eu possa participar em igualdade de condições com as pessoas reais, também."

Considere o presidente - ou melhor, não. Na verdade, não se pode considerá-lo. Para todos os efeitos, ele não existe. O "primeiro presidente negro" nasceu de uma mãe branca, e foi criado por avós brancos. Quer saber quais matérias ele fez na faculdade? Não - você não está autorizado a saber. Como é que este autodescrito preguiçoso ex-viciado em drogas entra em tantas universidades de ponta, aparentemente transferindo-se de uma para a outra no meio do curso sem fazer esforço algum? Não pergunte - seus formulários de inscrição e cartas de aceitação aparentemente são segredos de segurança nacional. [1]

Ele foi presidente da Harvard Law Review, mas nunca escreveu um artigo para a revista. Ele foi descrito pelos conservadores já naqueles dias como sendo bem apreciado e confiável, apesar de ser ideologicamente dedicado a destruir tudo o que eles acreditavam. Sua primeira autobiografia, definidora de sua trajetória, era ‘fake’: romantizava um parentesco espiritual com um homem que ele mal havia conhecido, em uma linguagem que ele provavelmente não poderia ter escrito de próprio punho. Sua agência literária o divulgou por dezesseis anos como nascido no Quênia [2], usando uma pequena biografia do autor que ele mesmo presumivelmente escreveu ou aprovou - até o momento (em 2007) em que esse detalhe biográfico deixou de ser motivo de credibilidade imediata, e passou a ser de desqualificação instantânea.

Seu amigo e colega Bill Ayers [3] foi empurrado para a névoa da Vila Sésamo do bairro quando sua proeminência na vida de Obama tornou-se desconfortável. O mesmo vale para o pastor que o casou, mas que ele facilmente colocou de lado quando as opiniões que ele aprendeu com esse pastor se tornaram politicamente embaraçosas. E não se incomode de examinar seu histórico de votações antes de se tornar presidente. Ele quase nunca votou a favor ou contra o que quer que seja. Ele votou "presente" - isto é, ele assinou seu nome na lista de presença e, em seguida, dormiu durante a aula. Ele concorreu à presidência sem nem mesmo saber quantos estados tem o país, embora ele mesmo tenha (supostamente) nascido e sido criado no quinquagésimo e último estado. [O Havaí.]

Mas tudo isso era apenas o preâmbulo de sua mais impressionante encarnação como o histórico presidente ‘fake’. Havia vestígios de um homem - um homem escondendo-se da realidade adulta - em toda a falsidade de sua vida antes de 2008. Depois desse ponto, não. Como presidente, tornou-se perfeitamente imerso na maquinaria da filosofia política ‘fake’ de maior sucesso no mundo, o progressismo, que é como a tirania começou a chamar a si própria quando os tiranos finalmente conseguiram superar a vaidade primordial da necessidade de que todos soubessem a identidade de seu opressor e o temessem, e perceberam que a ânsia sanguinária de poder é servida de maneira mais eficaz por meio de uma simples máscara de mentiras.

Tanto é assim que a busca por um sistema global de castas, controlado por uma elite auto-engrandecedora, foi definida como a luta pela igualdade; que um "movimento" cujos dogmas centrais são a destruição da família e a perpetuação de uma subclasse eternamente dependente se proclamou o lar natural dos "oprimidos"; que políticas explicitamente concebidas pelos principais intelectuais progressistas como meios de minar o individualismo e o racionalismo em favor do sentimentalismo coletivista são vendidas para as "massas" como meios de proteger "o cidadão comum" (ironia pouca é bobagem); que a aniquilação sistemática da propriedade privada, incluindo a sua instanciação mais básica, a auto-propriedade, é representada como a concessão de novos direitos; e que o flagrante desrespeito pela vida humana real e a vontade de permitir ou precipitar a morte, o sofrimento e a destruição em prol do alcance ou da preservação de poder ilegítimo são apresentados como um empenho pela paz e pelo bem comum.

Obama é o testa de ferro desse movimento. O testa de ferro é, naturalmente, um líder ‘fake’, de modo que Obama é o líder ‘fake’ de uma filosofia política ‘fake’. Nessa função, ele liderou a luta para estabelecer gradualmente um sistema de saúde de pagador único - exatamente como havia prometido fazer antes de ser presidente -, mas negou explicitamente que sua intenção era esta. Ele tem conduzido o crescimento da dívida federal dos EUA a proporções de colapso econômico - exatamente como havia prometido não fazer. Ele deixou que seus representantes na Líbia fossem mortos em um ataque terrorista sem levantar um dedo para ajudá-los, e deu uma mera declaração protocolar lamentando suas mortes antes de seguir para uma arrecadação de fundos de campanha em Las Vegas. Ele, então, mentiu sobre as causas do ataque em Benghazi, bem como sobre a sua própria reação inicial a ele. [4]

Ele é o líder nominal do esforço para ampliar as normas de comportamento pessoal e comercial, violadoras de direitos, em nome de uma teoria científica ‘fake’ (como você chamaria uma teoria cujos proponentes mudaram o seu nome, as suas previsões, e até mesmo a sua hipótese fundamental?) sobre uma alteração drástica do planeta feita pelo homem, a qual os próprios defensores da teoria admitem que não está realmente acontecendo. Ele foi apresentado ao mundo como um modelo de superação da segregação racial nos EUA, e no entanto fez mais declarações explícitas calculadas para instigar tensões raciais e hostilidade do que talvez qualquer presidente anterior. Ele é o porta-voz de um movimento político que busca manter registros detalhados de toda a comunicação telefônica e eletrônica de cada ser humano, estado de saúde, rotina diária, atividade sexual e paradeiros - e no entanto objeta contra as exigências de que as pessoas forneçam identificação antes de votar, sob a alegação de que isto é desnecessariamente intrusivo e intimidatório.

Ele apoiou a Irmandade Muçulmana [5], uma organização religiosa ‘fake’ dedicada à destruição do governo representativo, da civilização ocidental, da liberdade de expressão e das mulheres, e uma organização que acaba de ser proibida (de novo) em seu país de origem, até mesmo quando Obama estava exigindo sua “igual” participação na reforma política daquele país - uma reforma necessária em virtude da própria tentativa da Irmandade Muçulmana de prender o país na armadilha da sharia, a lei islâmica.

Agora eu lhe pergunto: se você não existisse, mas quisesse vir à tona e ser levado em consideração de qualquer maneira, você poderia escolher melhor facção para se alinhar do que a administração Obama e uma causa melhor para aderir do que o progressismo? A característica definidora de uma pessoa inexistente é, obviamente, a sua irrealidade. E quem representa a causa da irrealidade mais vigorosamente do que o presidente Obama? Embora alguns de seus oponentes ainda não tenham aceitado a verdade pós-moderna deste homem, já há algum tempo parece que a razão pela qual nós não sabemos "quem ele realmente é" é a razão mais óbvia de todas - ele realmente não é.

Ele fala sobre seus filhos, que não existem. Ele conta histórias elaboradas de sua juventude que simplesmente nunca aconteceram. Ele narra contos imaginários dos últimos dias de vida de sua própria mãe. Quando é perguntado sobre o que fez durante uma emergência de segurança nacional, ele descreve instruções abstratas que ele supostamente deu, que são completamente incongruentes com as circunstâncias que estão lhe pedindo para descrever.

Barack Obama representa perfeitamente o espírito da época: luzidio mas vazio, a calça bem vincada com nenhum ser vivo dentro. Ele é amado por celebridades pop e pseudointelectuais, de Beyoncé a David Brooks - os dois grupos de pessoas que vivem de criar superficialidades sem substância alguma. Eles veem que ele é, como Brooks definiu de forma tão reveladora em 2008, "um de nós". Um ‘fake’.

Então ignore os 19,5 milhões de seguidores ‘fakes’ de Barack Obama no Twitter, ou os 1,9 milhões de sua esposa (o segundo maior total) por sua conta e risco. Há mais deles do que há de você, e eles estão na vanguarda da descida da humanidade para o abismo, enquanto você é apenas a poeira que está sendo varrida pelo vento desta espiral descendente.

Se eu sou tolo o bastante para imaginar que o inexistente pode ter qualquer efeito sobre alguma coisa? Ora, você faz uma pergunta dessa em uma época em que o cargo mais poderoso da Terra é ocupado por um deles? Uma época em que a nação mais rica da história está endividada até os dentes das próximas quatro gerações? Uma época em que a última fortaleza da liberdade no mundo é agora o Estado de vigilância mais avançado da história? Uma época em que a nação de vaqueiros e desbravadores foi reduzida à da posição daqueles que aguardam docilmente nos aeroportos enquanto suas esposas, filhas e avós têm as suas partes (ex-)íntimas sondadas manualmente pelo governo? Uma época em que a única nação da história fundada explicitamente no princípio de que um homem tem o direito de estar vivo e preservar a si mesmo está no processo de submeter a existência física deste homem aos caprichos e cálculos desinteressados de uma burocracia médica?

Não me faça rir. É precisamente entre os existentes - aqueles com substância moral, uma realidade física finita que eles se sentem obrigados a preservar, aqueles que desejam trabalhar, assumir a responsabilidade por si mesmos e seus próprios entes queridos, e cujos pensamentos não são pré-embalados na fábrica de retardamento em massa conhecida como educação pública – que o valor, a voz e a autoridade de tomada de decisão prática estão em declínio. E se os existentes estão de saída, quem é que isto deixa no assento de comando?

Isso mesmo: Barack Obama e seus milhões de seguidores no Twitter, mais de metade dos quais são “pessoas como ele", ou seja, ‘fakes’. Você está vivenciando um momento raramente visto na Terra. Esta é a era do vazio: estamos sob o controle global de uma filosofia ‘fake’, comandada por líderes ‘fakes’ que dão "grandes discursos" ‘fakes’, e justificam suas ações com histórias ‘fakes’ e ciências ‘fakes’. Não há lugar para a realidade por aqui - para o verdadeiro, o bom e o belo. Mentiras, falta de consciência e a estética da feiura ganharam o dia. Em suma, o Ser está em declínio. Se você não existe, este é o seu momento.


Notas do tradutor:
[1] Ver a minha tradução do artigo “Barack Obama: o fantasma da Universidade de Columbia”, no qual um colega da suposta turma de Obama conta como nem ele nem ninguém da turma se lembra de sua figura, que tampouco comparece aos encontros anuais.

[2] Mais sobre a minibiografia que apontava seu nascimento no Quênia - aqui.

[3] Sobre Bill Ayers, em português, ver meu artigo “A verdadeira insanidade”.

[4] Ver minha lista de artigos “Tudo que você nunca quis saber sobre o ataque terrorista em Benghazi, acobertado pelo governo Obama”, localizada na coluninha da direita do meu Blog do Pim, descendo a barra de rolamento.

[5] Sobre a colaboração e os vínculos familiares de Obama com radicais islâmicos e com o assassino em massa Raila Odinga, que declarou em 2008 que “o pai de Obama é meu tio materno”, ouvir também estes áudios fundamentais.

PS: Para entender como um sujeito como Barack Obama chegou à presidência dos Estados Unidos e nela permanece, bem como por que você não é informado de nada do que vai acima pela imprensa brasileira, leia o capítulo 'EUA' do best seller de Olavo de Carvalho, organizado por Felipe Moura Brasil, 'O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota'.

Compre-o nas livrarias ou aqui

Tradução de Felipe Moura Brasil da “análise finíssima”, como comentou Olavo de Carvalho, escrita por Daren Jonescu e publicada no American Thinker em 27 de setembro de 2013 com o título original "Obama's 'Fake' Twitter Followers Explained".

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Lindeza de estupidez


Uma das constantes mais nítidas e inegáveis da história do movimento revolucionário é que suas facções, quando entram em conflito, o primeiro  recurso a que apelam é acusar-se mutuamente de aliadas e instrumentos do capitalismo, da maldita burguesia.

Comentários enviados às páginas jornalísticas da internet são às vezes um bom indício da opinião dominante em certos meios, principalmente se entendemos que os leitores habituais de um jornal, ou da sua versão eletrônica, têm quase sempre a cabeça feita pelo mesmo jornal.
A Folha de S. Paulo, que é de algum modo o house organ da USP, condensa maravilhosamente, por isso mesmo, o conjunto de chavões, lendas e mitos da esquerda chique, que, para as classes alta e média da capital paulista, constituem o fundamento inabalável da sua visão do mundo.

Eis aqui dois exemplos casuais, mas altamente significativos, enviados ao jornal por ocasião do artigo em que João Pereira Coutinho celebrava o livro de Silvia Bittencourt, A Cozinha Venenosa, ao que parece uma pesquisa interessantíssima sobre um jornal menor da Baviera que alertou, pioneiramente e em vão, contra o perigo da ascensão do Partido Nazista:

1) “Hitler foi um joguete útil que a direita européia pensou poder controlar e usar à vontade contra o bolchevismo russo e a esquerda alemã. Saiu de controle e deu no que deu. Agora, renegar isso é miopia ou má fé.”

2) “Na verdade, a direita em geral, por medo do comunismo, apostou em Hitler, desprezando a socialdemocracia que, na ocasião, era a única saída possível para conter os dois extremos.”

Uma inversão tão exata e meticulosa da realidade histórica não se impregna na mente de uma coletividade sem uma campanha de falsificação pertinaz e onipresente, renovada ao longo de muitas gerações. O que se entende e se repassa no Brasil como “história do nazismo”, tanto nas escolas quanto na mídia, é ainda uma repetição fiel, mecânica e servil da propaganda estalinista posta em circulação nos anos 30 do século XX e até hoje aceita, sem exame, pelo beautiful people paulistano, a contrapelo da ciência histórica mundial que já deu cabo dessa patacoada há muitas décadas.

Na verdade, a “direita européia” praticamente inteira – representada, por exemplo, por Churchill em Londres, pela Action Française em Paris, pelo chanceler Engelbert Dolfuss em Viena e pelo Papa Pio XII em Roma – opôs desde o início a mais vigorosa resistência à ascensão nazista e continuou a fazer isso depois de 1939, quando Stálin e Hitler, após uma longa colaboração secreta, se deram as mãos em público para invadir a Polônia.

Nem o Partido Nazista nem o fascismo italiano surgiram como facções conservadoras ou de direita, mas como dissidências internas do movimento revolucionário. A tônica de ambos era restaurar o caráter originariamente nacionalista dos vários socialismos, que, no entender deles, o Partido Comunista havia enlatado à força num internacionalismo enganoso, subsidiado pelo grande capital. Como nenhuma mentira pega sem um fundo de verdade, a visão nazifascista da história correspondia, nesses pontos, à realidade dos fatos:

(1) Os socialismos apareceram realmente associados aos movimentos de independência nacional que sacudiram a Europa desde o início do século XIX (leiam Benedetto Croce, Storia d’Europa nel Secolo Decimonono, reed. Adelphi, 1993).

(2) O “internacionalismo proletário” foi realmente uma invenção do Partido Comunista, nascida de uma resolução proposta por Lênin e Rosa Luxemburgo na Segunda Internacional, em 1907, que declarou todo patriotismo ou nacionalismo o inimigo número um da revolução (sem prejuízo de que, mais tarde, Stálin invertesse o discurso, passando a usar os ressentimentos nacionais “anticolonialistas” como motores do espírito revolucionário).

(3) O grande capital, especialmente americano, subsidiou o movimento comunista com uma generosidade ilimitada, incomparavelmente superior a qualquer ajuda que possa ter prestado a nazistas e fascistas, antes ou depois (v. Antony C. Sutton, The Best Enemy Money Can Buy, Liberty House Press, 1986; Wall Street and the Bolshevik Revolution, reed. Clairview Books, 2011; e sobretudo os três volumes da série Western Technology & Soviet Economic Development publicados pela Hoover Institution).

Uma das constantes mais nítidas e inegáveis da história do movimento revolucionário é que suas facções, quando entram em conflito, o primeiro  recurso a que apelam é acusar-se mutuamente de aliadas e instrumentos do capitalismo, da maldita burguesia. Os comunistas usaram esse rótulo abundantemente contra os anarquistas, os trotskistas, os socialdemocratas e, como não poderia deixar de ser, contra os nazistas e fascistas. Só que estes já o haviam usado contra os comunistas muito antes e, sabe-se hoje, até com mais razão. Depois, como o nazifascismo perdeu, foi a propaganda comunista que acabou prevalecendo na memória popular.


O segundo comentário é até mais louco do que o primeiro: a direita negou apoio à socialdemocracia e, assim, entregou o poder a Hitler.
Não, porca miséria. Toda a historiografia mundial sabe que foi o contrário, mas a notícia ainda não se espalhou entre os cultíssimos leitores da Folha. Quem boicotou os socialdemocratas não foi a direita; foi o Partido Comunista, por ordem de Stálin, que via neles a direita quintessencial, o inimigo burguês por excelência, e nos nazistas o “navio quebra-gelo” (sic) apropriado para desmantelar as democracias em torno e, mesmo a contragosto, abrir caminho ao avanço das tropas comunistas, como de fato acabou acontecendo em todo o Leste Europeu.


A credibilidade infinitamente renovada que as lendas historiográficas do estalinismo continuam desfrutando no Brasil depois de oito décadas é um dos fenômenos mais lindos nos anais da estupidez universal.

Fonte: Mídia Sem Máscaras

Desconsolado, mas digno.

Da coluna do vaticanista Andrés Beltramo Álvarez

A notícia de sua saída da Congregação para o Clero caiu como um “balde de água fria” sobre o Cardeal Mauro Piacenza quando lhe comunicou o próprio Francisco, na quarta, 11 de setembro, um dia depois da visita do Papa ao Centro Astalli para refugiados em Roma. Embora estivesse desconsolado, naquele mesmo dia começou a organizar as suas coisas para a iminente mudança. O pontífice pediu sua ajuda em um novo posto, o de Penitenciário Maior, e ele imediatamente aceitou, sem pedir explicações.Apesar de que em torno do purpurado já se soubesse da notícia, ela não vazou à imprensa até à véspera do anúncio oficial. Um detalhe pouco agradável ocorreu na manhã daquele mesmo sábado. Em um dos corredores da sede da Congregação no Vaticano, estão pendurados os retratos de alguns dos antigos prefeitos. Abaixo da imagem e do nome de Piacenza, horas antes que se fizesse pública a mudança, já havia aparecido a placa com a data: “2010-2013″. Como se alguém tivesse uma surpreendente pressa para ver partir do posto o clérigo genovês. Naquele sábado, Piacenza se despediu de todos os seus colaboradores com um breve discurso.

Nota do Fratres: Vale ressaltar a dignidade do Cardeal Piacenza ao deixar o seu posto, ao contrário do que fazem os progressistas quando contrariados: vazamento de documentos confidenciais e intrigas que minam a autoridade papal e desabonam a cúria romana — o episódio do Vatileaks que o diga; ou mesmo ninharias ridículas, como, por exemplo, quando o Cardeal Sodano (que agora se vê “vingado” com as nomeações de vários de seus pupilos por Francisco) demorou meses para liberar os escritórios da Secretaria de Estado ao ser substituído por Bento XVI. Enfim, outra demonstração de quem realmente está do lado do Papado e de quem quer simplesmente instrumentalizá-lo para benefícios próprios — quando não para destruí-lo.

sábado, 28 de setembro de 2013

Armas Católicas e Proteção Contra Feitiços, Bruxarias, Demônio e Espirítos Malignos



Alguns textos bíblicos nos mostram como nos proteger contra os demônios e bruxarias.
Um bom texto e o da Carta de São Paulo aos Efésios Capítulo 6:

"10. Finalmente, irmãos, fortalecei-vos no Senhor, pelo seu soberano poder.
11. Revesti-vos da armadura de Deus, para que possais resistir às ciladas do demônio.
12. Pois não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal (espalhadas) nos ares.
13. Tomai, portanto, a armadura de Deus, para que possais resistir nos dias maus e manter-vos inabaláveis no cumprimento do vosso dever.
14. Ficai alerta, à cintura cingidos com a verdade, o corpo vestido com a couraça da justiça,
15. e os pés calçados de prontidão para anunciar o Evangelho da paz.
16. Sobretudo, embraçai o escudo da fé, com que possais apagar todos os dardos inflamados do Maligno.
17. Tomai, enfim, o capacete da salvação e a espada do Espírito, isto é, a palavra de Deus.
18. Intensificai as vossas invocações e súplicas. Orai em toda circunstância, pelo Espírito, no qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos os cristãos."

Segundo o texto de São Paulo, devemos:
1- Fortalecer-nos no Senhor (pela oração e leitura da Bíblia ou historia dos Santos)
2- Revestir-se da armadura de Deus, que e formada pela:

a) a couraça da Justiça - praticar o bem, ser justo.
b) pés calcados - anunciar o Evangelho
c) o escudo da fé - crer sempre e no desanimar
d) o capacete da salvação - fé no poder do sangue de Cristo que nos salva
e) a espada do espírito - Ler e meditar na palavra de Deus

3- Intensificar nossas orações e súplicas por todos.

Santa Joana Darc, a Santa guerreira, lutou contra homens e demônios

OUTRA ARMA DO CRISTÃO: A CRUZ

"14. cancelando o documento escrito contra nós, cujas prescrições nos condenavam. Aboliu-o definitivamente, ao encravá-lo na cruz.
15. Espoliou os principados e potestades, e os expôs ao ridículo, triunfando deles pela cruz."
Colossenses 2

São Paulo nos mostra que a cruz e temida pelos espíritos malignos, os principados e potestades. Ter uma cruz ao pescoço sem a fé (nosso escudo) de nada serve. A cruz tem poder se tivermos fé, pois ela simboliza o Senhor por nos sacrificado e sua salvação. O demônio treme e teme diante da cruz.


OUTRA ARMA: O NOME DE JESUS

Deve-se rezar  e ordenar que todo mal se afaste em nome de Jesus, pois não há poder maior que Ele, como lemos na Carta de São Paulo aos Filipenses:

" Por isso Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o nome que está acima de todos os nomes,
10. para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos.
11. E toda língua confesse, para a glória de Deus Pai, que Jesus Cristo é Senhor."
Filipenses 2

OUTRA ARMA: INVOCAR A INTERCESSÃO DE MARIA

Maria foi a escolhida por Deus para gerar o Verbo Divino. Ela e o ser humano mais puro, agraciada pelo Espirito Santo, livre antecipadamente do pecado para gerar o Senhor
.
Maria e a Mulher profetizada no Gênesis 3,15, aquela que esmagaria a Serpente, o Demônio,  e essa luta também e descrita por São João no Apocalipse 12, por isso invocar Maria e invocar a grande batalhadora contra o Demônio.
 Maria e um exercito em ordem de batalha, pois sua presença nos enche da forca de Deus, como o fez na visita a sua prima Isabel (Lucas 1,39-45).
Eis um trecho do Apocalipse, da luta entre a Virgem Maria e o Demônio:

"1.Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas.
2. Estava grávida e gritava de dores, sentindo as angústias de dar à luz.
3. Depois apareceu outro sinal no céu: um grande Dragão vermelho, com sete cabeças e dez chifres, e nas cabeças sete coroas.
4. Varria com sua cauda uma terça parte das estrelas do céu, e as atirou à terra. Esse Dragão deteve-se diante da Mulher que estava para dar à luz, a fim de que, quando ela desse à luz, lhe devorasse o filho.
5. Ela deu à luz um Filho, um menino, aquele que deve reger todas as nações pagãs com cetro de ferro. Mas seu Filho foi arrebatado para junto de Deus e do seu trono.
17. Este (o Dragão), então, se irritou contra a Mulher e foi fazer guerra ao resto de sua descendência, aos que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus."
Apocalipse 12

OUTRA ARMA: INVOCAR A INTERCESSÃO DE SÃO MIGUEL ARCANJO


São João descreve que o Arcanjo Miguel foi o grande responsável por Deus para expulsar  Lúcifer, o Demônio, do céu. 

São Miguel chefiou os exércitos celestes contra o Demônio. Esse mesmo Arcanjo também pode nos auxiliar nessa batalha,basta invocarmos sua ajuda e rezarmos pedindo a Deus que o envie para nos proteger.

Eis um trecho do Apocalipse:

"7. Houve uma batalha no céu. Miguel e seus anjos tiveram de combater o Dragão. O Dragão e seus anjos travaram combate,
8. mas não prevaleceram. E já não houve lugar no céu para eles."
Apocalipse 12
Santa Joana Darc afirmou ter visto e ouvido
São Miguel Arcanjo a  exortando a lutar e salvar a Franca.
Fonte: Soldados Católicos

O culto da incultura

Escrito por Cesar Alberto Ranquetat Júnior
aranha 
Bárbaros intramuros… É mister apontá-los, e apontá-los até dentro de nós, porque em nossos momentos de fraqueza e desfalecimento somos bárbaros também. (Mário Ferreira dos Santos – A invasão vertical dos bárbaros).

Para além dos problemas sociais, econômicos e políticos que assolam a sociedade brasileira, talvez o mais grave seja a extrema e terrificante degradação cultural que impera nos mais diversos âmbitos da vida coletiva. É ela que está na raiz de nossas patologias e de nossa desordem social e política. Presenciamos o total aniquilamento da alta cultura. Dissemina-se por toda parte uma falsa cultura massificada, superficial, mero entretenimento e diversão que não eleva o espírito humano.

Somos bombardeados diariamente por programas televisivos mórbidos e vulgares, por músicas de péssima qualidade, assim como por revistas e jornais que estimulam, por meio de suas notícias e reportagens, os aspectos mais baixos, e perversos da existência. Além disso, no ambiente dito intelectual pululam as análises sociais e políticas superficiais, rasteiras e por demais ideologizadas. Pseudo-intelectuais, “filodoxos”, perdem-se no vício do abstratismo e do pedantismo, incapazes, assim, de examinar e compreender com clareza e objetividade a realidade de nosso tempo. Prolifera uma subliteratura marcada pela exploração de temáticas insípidas, medíocres, que exprime unicamente as dimensões mais abjetas e vis da personalidade humana.  No cinema e nas artes plásticas exalta-se o feio, o bizarro, o disforme e o grotesco.

Há algumas décadas, tínhamos nas ciências humanas e sociais intelectuais de peso como Gilberto Freyre e Sergio Buarque de Holanda. Na filosofia, Miguel Reale, Vicente Ferreira da Silva, Mário Ferreira dos Santos e Henrique de Lima Vaz. Na literatura Graciliano Ramos, Érico Veríssimo e tantos outros. Na poesia, Manuel Bandeira, Murilo Mendes e Carlos Drummond de Andrade. No cinema, Glauber Rocha. Poderia citar aqui muitos outros artistas e pensadores de vulto. O fato é que hoje nossa cultura está esvaziada, empobrecida  e doente. Quem são atualmente nossos grandes escritores, intelectuais, poetas, cantores e artistas? Onde encontram-se os romancistas e artistas capazes de exprimir por meio da linguagem poética e ficcional o que há de belo e nobre na vida humana?

A cultura não é um ornamento, um mero adorno estético, a “cereja do bolo”, mas é ela a alma de uma sociedade, a bússola que orienta a vida dos indivíduos e das coletividades. Conforme a lição do filósofo Ortega y Gasset, a cultura é o plano da vida, o guia de caminhos pela selva da existência. É o conjunto de idéias, crenças e valores que salva do naufrágio vital, permitindo o homem viver sem que sua vida seja uma tragédia sem sentido. Uma sociedade ou um indivíduo inculto não vive uma vida plenamente humana, não vive uma vida significativa, apenas sobrevive satisfazendo suas necessidades físicas básicas. É a cultura que dá à vida individual e coletiva um sentido mais elevado, possibilitando que, não obstante nossas limitações, tenhamos acesso ao mundo das idéias, dos valores, das tradições e dos símbolos de conteúdo universal e supra-temporal.

Ora, é a cultura que refina a sensibilidade e a nossa visão do mundo, aperfeiçoa a mente e a imaginação, emancipando o homem do imediatismo. O homem dotado de cultura distancia-se do provincianismo, alça vôos mais altos, transcende os pontos de vista de seu tempo e de sua época. Entra em contato com um complexo de idéias perenes e imorredouras, com as “coisas permanentes” como asseverava o poeta e crítico literário T. S. Eliot. Conhecimentos permanentes que não são elucubração estéril, mas tesouros intelectuais que enriquecem e estruturam a personalidade humana, dando a ela maior amplitude, profundidade e densidade.

Precisamos nos libertar do culto da incultura, da valorização da fealdade, da exaltação do lado sombrio, irracional, mesquinho e sórdido da existência que vem devastando a sociedade brasileira. Caso não realizemos a indispensável e iminente tarefa de soerguimento cultural de nossa nação, condenaremos as próximas gerações à barbárie, a viver uma vida de zumbis, estupidificados e lobotomizados em decorrência de um ambiente social hostil à beleza e à verdade.


Sobre o Autor: Cesar Alberto Ranquetat Júnior, é Doutor em Antropologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e professor de Ciências Humanas na Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)/Campus Itaqui.

Fonte: Mídia sem Máscaras