Como
o cigarro e as bebidas alcoólicas têm efeito tranqüilizante, impedir
seu uso prepara o aumento do consumo de drogas. E o lucro dos mercadores
da morte.
Esta
feliz expressão usada pelo Papa Francisco para uma situação infeliz,
define bem o que se passa no tráfico de drogas, mas vai muito além! São
mercadores da morte, além das FARC e outras máfias, os nobres senhores
ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e César Gaviria (Colômbia), o
Foro de São Paulo, os pilântropos George Soros e Peter Lewis, as
Fundações internacionais Ford, Rockfeller, Carnegie, Open Society entre
dezenas de outros. A liberalização das drogas será um grande negócio
para os que a defendem. Os lucros dos plantadores de maconha na
Califórnia devem fazer brilhar de cobiça os olhos de FHC et caterva. Porque
o que realmente querem é assumir - junto com as FARC, as máfias russas,
turcas, e italiana - os lucros estupendos com o plantio, transporte e
distribuição das drogas. É um dos ‘mercados’ mais ricos do mundo! Por
isto lutam tanto contra a repressão aos usuários.
Ora,
a lei do mercado, inclusive do mercado da morte, é clara: enquanto
existirem pessoas que querem determinado produto, existirá alguém que os
produza! E eles sabem disto, pois foram os mesmos que reprimiram os
cigarros pela repressão aos fumantes, com grande êxito. É exatamente no
usuário que deve se centrar a repressão e é uma mentira deslavada que
não dê resultados, veja-se Cingapura: o tráfico, a posse e o uso são
reprimidos com penas que variam de vários anos de prisão até a de morte.
Os estrangeiros ao chegarem lá são avisados disto e de que o país não
aceita extradição por estes crimes.
Os
usuários de droga não são doentinhos coitados, mas tão culpados quanto
os traficantes! Ou mais, pois se não consumissem os traficantes ficariam
desempregados. Sataniza-se o fumante de tabaco e os que usam bebidas
alcoólicas e consideram-se os usuários de drogas pesadas como pobres
coitados que precisam tratamento médico. Mas isto tem um propósito
diabólico: como o cigarro e as bebidas alcoólicas têm efeito
tranqüilizante, impedir seu uso prepara o aumento do consumo de drogas. E
o lucro dos mercadores da morte.
Na
lista acima deixei de lado propositadamente o atual presidente da
Colômbia, Juan Manuel Santos que se empenha em cumprir o programa das
FARC para se tornarem um partido político legal – e continuar
traficando! Depois de Álvaro Uribe ter feito tudo para desmantelar as
FARC, Santo faz de tudo para torná-la legal.
Mas
a coisa não para por aí, há outra categoria muito pior de mercadores da
morte: os defensores do aborto com o eufemismo de ‘direito da mulher à
saúde’. Não são apenas mercadores, mas criminosos da pior espécie, pois
os usuários de droga, sabendo das conseqüências, têm o livre arbítrio de
usar ou não. E o feto? Que direito têm de dizer se quer ou não de ser
abortado?
A
lista então cresce para incluir dona Dilma e seus ministros, a Planned
Parenthood, as “Católicas (uma ova!) pelo Direito de matar”, a Oxfam, o
guerrilheiro Mujica, a viúva argentina de plantão, outra vez Soros, etc.
São
também mercadores da morte as organizações gays ao defenderem uma união
estéril e, portanto, contra a continuidade da vida. Por milhares de
anos, nas mais diferentes culturas e em todas as religiões o casamento é
definido como a união de um homem com uma mulher. Mesmo naquelas que
aceitam ou até encorajam a relação sexual entre pessoas do mesmo sexo,
sempre promoveram o casamento entre homem e mulher para gerar outros
seres humanos.
Em 2012, a ativista gay americana Masha Gessan admitiu publicamente que o objetivo é destruir o casamento, através de uma redefinição do mesmo: a luta pelo casamento gay envolve a mentira de que vamos querer realmente casar quando for aprovado – mentimos ao dizer que a instituição não será mudada, isto é uma mentira. Nosso objetivo é a destruição da própria instituição que não deveria existir! Eu tenho três filhos e mais ou menos cinco pais para les e não vejo porque deveria escolher dois ou três para uma relação sancionada pela sociedade. (em ‘How Liberals Twist Language’ de Kate Pavlich, publicado na revista Townhall de julho de 2013).
No meu tempo esta ‘senhora’ moraria na ‘vila mimosa’ do Mangue e teria outro nome.
Em 2012, a ativista gay americana Masha Gessan admitiu publicamente que o objetivo é destruir o casamento, através de uma redefinição do mesmo: a luta pelo casamento gay envolve a mentira de que vamos querer realmente casar quando for aprovado – mentimos ao dizer que a instituição não será mudada, isto é uma mentira. Nosso objetivo é a destruição da própria instituição que não deveria existir! Eu tenho três filhos e mais ou menos cinco pais para les e não vejo porque deveria escolher dois ou três para uma relação sancionada pela sociedade. (em ‘How Liberals Twist Language’ de Kate Pavlich, publicado na revista Townhall de julho de 2013).
No meu tempo esta ‘senhora’ moraria na ‘vila mimosa’ do Mangue e teria outro nome.
Querem
destruir não só o casamento, mas todos os valores da vida e para
conseguirem adeptos se aproveitam da noção de que quem se lhes opõem são
intolerantes, extremistas, radicais e fundamentalistas religiosos.
Mentem também ao defenderam um estado antirreligioso e imoral que chamam
de “Estado Laico”. A propósito, vem a calhar o excelente artigo texto
de Percival Puggina, ‘Democracia sem valores?’
Quero
concluir com uma consideração a respeito das recentes estripulias de
vadias e vagabundos, chamadas de ‘manifestações da sociedade’. Diz um
antigo adágio popular: ‘Jabuti não sobe em árvores. Se você encontrar um jabuti em cima de uma árvore, pode estar certo de que alguém o colocou lá’. É óbvio
que não existem e jamais existiram manifestações espontâneas, alguém as
conduz. Já organizei manifestações e sei muito bem como fazê-lo.
Tome-se um tema qualquer de interesse popular, p. ex., o preço dos
transportes coletivos em São Paulo. Espalha-se o tema e, principalmente
com as atuais ‘redes sociais’ as coisas explodem em todo o país! Idiotas
inúteis (sorry, Lenin!) servem de pontas-de-lança ou bucha de canhão,
para atrás virem os verdadeiros ‘manifestantes’. A mídia e a organização
comunista OAB e seus ‘mistérios públicos’, vêm atrás para justificar
todas as ações dos bandidos e celerados quebrando agências de automóveis
e bancárias. E ai da polícia, verdadeiros heróis anônimos, que ouse
revidar: policial, você é o verdadeiro bandido, pois os ‘devogados’ da
OAB querem linchá-los se jogarem um inútil spray de pimenta. Será que
vocês, policiais, não entendem que direitos humanos são os direitos dos
malfeitores, traficantes, ninjas e a pqp? Vocês não são humanos, só o
são os policiais cubanos que defendem a democratice dos irmãos Castro!
Fonte: Mídia Sem Máscaras
Nenhum comentário:
Postar um comentário